Uma acção voluntária pode não estar tão distante. Pode começar mesmo ao nosso lado. Ajudar as pessoas da nossa zona habitacional, trazer a felicidade a alguém num lar, todas estas acções fazem com que algo possa crescer.
Segundo definição das Nações Unidas, “o voluntário é o jovem ou o adulto que, devido ao seu interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de actividades, organizadas ou não, de bem estar social, ou outros campos...”
Do ponto de vista social e político, pressupõe-se que a prática do voluntariado zela pela manutenção da ordem social e pelo progresso do Homem. O trabalho voluntário é já encarado como um acto de cidadania, uma maneira de ajudar a construir uma sociedade melhor e como uma forma de encontrar e conhecer pessoas.
Existem 5 princípios básicos do voluntariado:
Reconhecer e respeitar a dignidade e a cultura de cada ser humano;
Reconhecer o direito de cada homem, mulher e criança, sem distinção de raça, religião, condição física, social, económica ou outra;
Oferecer os seus serviços aos demais, sem qualquer remuneração, individualmente ou através do esforço conjunto;
Detectar as necessidades e estimular a participação da comunidade na resolução dos próprios problemas;
Melhorar a qualidade de vida, fornecendo respostas aos grandes desafios do mundo de hoje.
Por estes motivos, o voluntariado merece ser valorizado, apoiado, divulgado e fortalecido.
Como participar?
A promoção, divulgação e participação em diversos tipos de acções deve começar nas camadas mais jovens. Como Juventude que somos a iniciativa tem de partir de nós.
De modo a promover esta causa propomos a criação do “Clube de Voluntariado da Juventude Popular” a nível nacional.
O clube terá a função de planear e gerir todos os meios humanos e materiais necessários e disponíveis de forma a servir de elo de ligação entre as necessidades das pessoas e a disponibilidade dos voluntários. Dever-se-á entrar em contacto com instituições de carácter social de forma a tornar-se possível implementarem-se estas necessidades.
Existem vários locais onde o clube será necessário: Organizações Sociais (oportunidades nas áreas da saúde, assistência social, educação, cidadania, meio ambiente); Campanhas (doação de sangue, reciclagem de lixo, recolha de livros, roupa, brinquedos, alimentos, entre outras); Grupos comunitários (apoiar as escolas locais, actuando em necessidades específicas da comunidade como: urbanização, saneamento e saúde).
Ao agir localmente, cada voluntário passa a influir globalmente.
SegurançaPortugal tem graves problemas a nível de segurança, principalmente nos grandes centros urbanos. Problemas esses que afectam muito os jovens, as crianças e os idosos, sendo estes os grupos sociais mais vulneráveis aos agentes da insegurança. Neste aspecto, existe muito trabalho pela frente, trabalho esse que passa essencialmente por dar mais e melhores meios às forças de segurança, constantemente desacreditadas e desautorizadas. Defendemos mais poderes para as forças policiais mas, não estamos com isto a passar nenhum cheque em branco. Com mais autoridade vem mais responsabilidade.
É importante voltar a ter orgulho em ser polícia e a ter orgulho nas nossas forças policiais, e tal só será possível com uma série de medidas, que também passam pelo sistema de justiça, que urgem em ser implementadas. O reforço policial em zonas de risco, o alargamento de poderes da polícia municipal, uma maior formação dos agentes e modernização dos meios que as forças de segurança utilizam, são apenas algumas das medidas que consideramos serem importantes.
Não se podem dar tréguas aos criminosos e é preciso lutar por um Portugal mais seguro.
Quando falamos de segurança, não nos podemos cingir apenas ás forças policiais. A segurança dos cidadãos passa igualmente pelo corpo de Bombeiros e pela Protecção Civil.
Não é segredo que, infelizmente, Portugal têm sido severamente fustigado por incêndios de grandes proporções, pondo a descoberto uma lacuna grave que não vem de agora: a falta de meios e de efectivos do Serviço Nacional de Bombeiros.
Achamos do interesse da nação a melhoria e a modernização dos meios de combate aos incêndios assim como o alargamento do número de Bombeiros profissionais (Sapadores). Estas medidas, em sintonia com um melhor serviço de prevenção e detecção de focos de incêndio, assim como um reordenamento florestal, irão criar condições para que os dramas e as catástrofes que tiveram lugar nos últimos anos não se tornem a repetir.
O país não pode viver constantemente no medo da época de verão onde os incêndios deflagram um pouco por toda a parte e, por latente falta de condições dos Bombeiros que sem dúvida todos os anos se desmultiplicam em esforços sobre-humanos, assumem proporções catastróficas para o ambiente, para as pessoas e para a economia.
Igualmente preocupante, são as alterações climáticas que o planeta tem sofrido. É do conhecimento público que 2005 tem sido um ano fértil em catástrofes de índole natural, dos mais férteis dos últimos 50 anos. Felizmente Portugal tem sido poupado de tal flagelo, mas tal facto não deve ser motivo para despreocupação. Temos de estar preparados para enfrentar qualquer situação dessa natureza.
Queremos o aparecimento e a implementação de um plano de emergência a ser activado em situação de catástrofe natural, seja ela de que natureza for. Neste âmbito a Protecção Civil tem um carácter fulcral na medida em que é a entidade mais bem colocada para efectuar um levantamento das necessidades e para elaborar um plano para prevenir, enfrentar e ultrapassar catástrofes e/ou calamidades.
Caberá igualmente à Protecção Civil divulgar e fornecer à população a informação necessária para que todos nós saibamos o que fazer em caso de emergência.
Temos de ter bem presente o exemplos tristes, como a recente tragédia de Nova Orleães (EUA), para nos lembrar que mais vale prevenir do que remediar. Desejamos viver num país onde a justiça é célere e universal. Uma das maiores vitórias da Democracia é o ideal de que todos os cidadãos são iguais, com os mesmos direitos, deveres e garantias independentemente do credo, sexo ou etnia.
Contudo muitas vezes temos a percepção da existência de dois pesos e duas medidas na aplicação das leis e da justiça aos cidadãos. As ineficiências do sistema judicial não só não dissuadem as práticas criminosas como muitas vezes as fomentam.
Saúde
A saúde e a sua correcta gestão são vitais para a sociedade portuguesa.
Acreditamos que é essencial uma sensibilização política de formação dos jovens e da população em geral nesta área, nomeadamente na gestão da utilização e funcionamento dos serviços de saúde.
A JP deve defender o incentivo de uma descentralização eficaz destes serviços, partindo do princípio de que são estes que se devem aproximar dos utentes, e não o contrário.
A dignificação da carreira médica e a criação de reais condições para o atendimento nos serviços de saúde públicos que deveriam ser cada vez mais personalizado é um dos nossos objectivos. Consideramos ainda que, sem a formação e o consequente desenvolvimento das acções de prevenção que efectivamente cheguem à sociedade destinatária, sem a descentralização dos serviços, sem a dignificação da carreira médica e sem a personalização do atendimento, não teremos em Portugal uma política de saúde dignificadora da pessoa, que aumente qualitativa e significativamente a qualidade de vida.
Devemos pugnar pelo reforço do sector privado na área da saúde, nomeadamente na privatização da gestão das unidades hospitalares.
Para TodosNem todos somos iguais, mas o que se assiste ainda neste novo século é que alguns são “menos iguais” do que outros.
Há quem tenha necessidades especiais que fogem à dita “normalidade” imposta pela nossa sociedade, essas necessidades passam ao lado no nosso dia-a-dia de cidadãos. Os passeios altos, a falta de rampas de acessos para portadores de deficiência motora, a falta de cuidado que existe na ocupação selvagem dos passeios pelos automóveis, a escassez de semáforos sonoros, a necessidade de etiquetas de produto em braille, são alguns dos problemas com os quais se têm de deparar pessoas especiais.
É altura de nos começarmos a preocupar com estes cidadãos. O objectivo de transformar o seu futuro, pode passar por uma sociedade mais inclusiva que se preocupe e crie condições para todos, podendo estas passar por: condições especiais de trabalho como o incentivam e benefício das entidades empregadoras, acompanhamento directo às famílias, sensibilização da sociedade para estas diferenças e adaptação física dos espaços existentes bem como a constante preocupação na criação de novos. Tal como Tu e Eu, Todos temos o direito de usufruir dos bens sociais em geral. Sendo o ambiente um recurso escasso que necessita de ser mantido para as gerações futuras, é necessário que o crescimento económico e urbanístico seja harmonioso e respeitador, não colidindo com a preservação do meio ambiente.
Defendemos a política dos três "R's": Reciclar, Reutilizar e Reduzir, diminuindo assim a quantidade de produtos que após a sua utilização não têm qualquer utilidade acabando por dar origem a um intenso desperdício.
Somos também por isto, por princípio, contra soluções como a co-incineração, ou a incineração dedicada. O estado português tem obrigação de deixar de viver obcecado com as receitas que podem ajudar o déficit e deve perceber que há valores mais importantes. A solução preferencial deve ser sempre a reciclagem, sendo a incineração utilizada apenas em último recurso. Por isso não se deve avançar para esta medida enquanto outras não estiverem perfeitamente implantadas.
Contudo, tudo isto passa por medidas que actuem à priori. Daí que defendemos, de igual modo, uma sólida formação escolar aberta à consciência ambiental, no sentido de incutir nos jovens a preocupação pelo meio ambiente, bem como a sua própria protecção.
Preconizamos ainda a criação de mais espaços verdes nos centros urbanos, a defesa dos parques e reservas naturais, bem como a necessidade urgente de uma política de ordenamento de território e paisagismo.
Para a JP, pensar no ambiente é pensar no futuro dos jovens de amanhã. Cuidá-lo é assegurar o futuro.
Economia
Defendemos uma economia social de mercado para Portugal, pois esta permite aplicar os mecanismos de mercado, corrigidos nos seus fracassos, por uma política social que proporcionará ao País uma economia forte, saudável e solidária.
Acreditamos na concorrência leal entre os agentes económicos, defendemos a iniciativa e a propriedade privada, o investimento reprodutivo e o lucro. Entendemos ainda ser necessário reduzir o peso do Estado na economia. Defendemos também a redução da carga burocrática, que apenas trava a iniciativa e o progresso.
A nível fiscal, impõe-se proceder a uma reforma, que englobe não apenas os impostos sobre o rendimento, que diminua a carga fiscal, nomeadamente sobre os rendimentos do trabalho e que assegure efectivamente as garantias dos contribuintes, o que hoje não acontece. Só um sistema fiscal justo desmotivará a evasão fiscal, que é hoje uma realidade incontornável e com tendência a aumentar.
Ao Estado deve caber um papel regulador da economia, zelando pelo normal e correcto funcionamento do sistema económico, assegurando a função social do mercado, actuando sempre que o interesse geral o exija, e nomeadamente criando condições que tendam a anular as desigualdades entre regiões.
Face a uma economia cada vez mais globalizada e com a concretização da moeda única em 1999, a JP considera que, após um sério e penoso esforço da economia nacional no sentido do cumprimento dos critérios de convergência nominal fixados no Tratado de Maastricht, e a natural adesão de Portugal ao Euro; e sendo certo que muito há ainda por fazer no que respeita à convergência real, o Estado jamais se poderá demitir desta tarefa.
Para o sector primário, a JP defende a especialização em produtos característicos, que se mostrem rentáveis e competitivos; assim como o empenho do Estado na modernização da agricultura, com o objectivo de a tornar viável e combater o fenómeno de desertificação das comunidades locais. É necessário transformar a ruralidade num pólo de desenvolvimento.
Ao nível do sector industrial, a JP defende uma aposta clara nos "clusters" onde Portugal apresenta vantagens competitivas, como forma de garantir um sector dinâmico, economicamente viável e internacionalmente competitivo.
Finalmente, no que respeita ao sector terciário, defendemos a necessidade de uma política que fomente o turismo de qualidade. Por outro lado, é imperioso uma clara aposta na área da investigação e desenvolvimento, com vista a uma constante modernização e adaptação das estruturas empresariais ás novas realidades económico-sociais.
Promover a Democracia-Cristã
A democracia-cristã, tal como o nome indica é democrática e é cristã. É democrática na medida em que desde a sua origem, timbrou-se pela adesão sincera aos ideais da democracia. É cristã na medida em que representa uma tentativa permanente de aplicação dos princípios e da defesa dos valores essencialmente cristãos na vida política (nacional e internacional).
Poder-se-á enquadrar a Democracia-Cristã, no plano económico e social, através da referência ao “Cristianismo Social”.
A experiência geradora da democracia radical cristã foi a prática de Jesus: absolutamente anti-discriminatória, anti-hierárquica e de fraternidade universal.
O catolicismo constitui uma poderosa energia social que, através da implantação da democracia-cristã e da educação popular, fará com que os mais desfavorecidos ganhem uma consciência alargada dos seus direitos e deveres políticos. A democracia-cristã é considerada a vanguarda política, roubando esse estatuto ao socialismo.
A Juventude Popular segue a ideologia Democrata-Cristã, sendo uma juventude política de direita. Defendemos valores para nós fundamentais como o Humanismo – o ser humano é o centro da sociedade e do Mundo; a Liberdade – todos os homens têm os mesmos direitos sem discriminação quanto ao sexo, cor, raça, crenças religiosas ou políticas; a Família – célula central da sociedade, sendo claramente contra o aborto, promovendo políticas que defendam as famílias, nomeadamente no plano fiscal; o Personalismo – caminho através do qual se combate a exploração e opressão do Homem pelo Homem; a Democracia – capaz de conduzir à redução das desigualdades sociais, rápido progresso económico e social e a uma efectiva participação de todos na vida do país; o Pluralismo – porque a iniciativa alargada a todos os cidadãos e a possibilidade de optar é essencial para um verdadeiro regime democrático; e o Cristianismo – cujos valores e princípios são fundamentais para uma sociedade onde predomine a igualdade, a solidariedade e os valores de justiça social e fraternidade.
No Passado Semeou-se o Futuro!
«Fundada em 1974, a Juventude Centrista assumiu desde o início a sua função de Organização de Juventude do Partido Popular, tendo-se constituído com Organização Autónoma.
Nascida com o novo Portugal democrático, a JC enfrentaria de início inúmeras dificuldades num país em que, vivendo-se a transição, a legitimidade revolucionária e a lei da violência se sobrepuseram muitas vezes à legalidade democrática pela qual a JC sempre se bateu e que veio a triunfar.
No programa da Juventude Centrista aprovado pelo seu 1º Congresso Nacional, realizado em Bragança, de 12 a 14 de Março de 1976, pode ler-se:
"A primeira geração de jovens centristas é, assim, uma juventude revolucionária".
"A primeira geração de jovens centristas reconhece que as dificuldades próprias da sua missão estão acrescidas pela inexistência de uma verdadeira Democracia em Portugal e pelo clima de desrespeito cívico e violência que continua instalado no país".
E ainda:
"A primeira geração de jovens centristas tem a consciência de que poderá usar do direito de defesa, enquanto Portugal não viver em Democracia".
Este documento largamente marcado pela situação que então se vivia no País, é no entanto fundamental para que a actual e as futuras gerações de jovens centristas possam compreender a batalha então travada e o espírito de resistência que dela resultou e que se tornou indissociável da própria natureza da organização.
O direito de defesa a que se faz referência no Programa não era com efeito uma mera invocação como seria amplamente demonstrado aquando do 1º Comício da JC, no Teatro S. Luís, em Lisboa, que viria a ser cercado por agitadores que, não satisfeitos com a violência gerada naquela que não pretendia ser mais do que uma manifestação pacífica de jovens democrata-cristãos, viriam de seguida a assaltar a Sede Nacional do CDS, causando inúmeros danos.
Este primeiro Comício realizou-se a 4 de Novembro de 1974, data que a JC viria a consagrar como comemorativa do seu aniversário, homenageando assim, o espírito de resistência dessa sua primeira geração.
As dificuldades e a resistência seriam particularmente significativas nas escolas onde os militantes da JC eram perseguidos e muitas vezes saneados por defenderem uma concepção de ensino personalista e a dignificação da escola.
Cumpre no entanto referir, sem abordar toda a já rica história da Organização, que a JC viria com a progressiva consolidação da democracia em Portugal a ganhar um estatuto de primeiro plano entre as diversas organizações políticas de juventude, vencendo inúmeras eleições e desempenhando um papel muito activo no movimento associativo estudantil, quer secundário, quer universitário.
Caracterizou-se também a JC por ser entre as organizações políticas de juventude aquela que de forma mais correcta e atempada apresentou soluções ao nível da política de juventude, sendo de resto a primeira a apresentar uma proposta de política global de juventude, através de um documento editado em Março de 1982.
Em 28 de Março de 1998 a JC mudou a sua designação para Juventude Popular.»
«O CDS foi fundado em 19 de Julho de 1974, "correspondendo ao apelo de amplas correntes de opinião pública, abrindo-se a todos os democratas do centro-esquerda e centro-direita": entre as personalidades que subscreveram a sua Declaração de Princípios contavam: Diogo Freitas do Amaral, Adelino Amaro da Costa, Basílio Horta, Vítor Sá Machado, Valentim Xavier Pintado, João Morais Leitão e João Porto.
Os primeiros meses de actividade caracterizaram-se por um esforço de implantação e esclarecimento, dificultado e impedido pelo clima de instabilidade, violência e anarquia que se vivia no país, que culminaria nos assaltos à sede do Partido em 4 de Novembro de 1974 em 11 de Março de 1975.
Em 13 de Janeiro de 1975, cumprindo a lei dos partidos políticos, o CDS entregou ao Supremo Tribunal de Justiça a documentação necessária à sua legalização.
Durante a realização do seu I Congresso, no Palácio de Cristal, no Porto, em 25 e 26 desse mesmo mês de Janeiro, o CDS foi vítima da extrema-esquerda, que provocou distúrbios, cercou o edifício e tentou a invasão, tendo as forças militares permitido o sequestro dos congressistas – entre os quais destacados membros das democracias-cristãs Europeias – durante 15 horas. Nesse congresso, foi eleita a primeira Comissão Política, que teve como Presidente e Vice-Presidente, respectivamente, Diogo Freitas do Amaral e Adelino Amaro da Costa.
Em 11 de Março de 1975, na sequência de nova viragem política, que teve como vectores principais a intervenção colectivista na vida económica e a tutela militar do regime, o CDS declarou-se partido da oposição, atitude que manteria até à formação do II Governo Constitucional, em 1978.
Em Abril de 1975, o CDS elegeu os únicos 16 Deputados não socialistas da Assembleia Constituinte, que haveriam de votar sozinhos contra o texto final da Constituição, em 2 de Abril de 1976.
Entretanto o CDS foi admitido em finais de 1975 como membro da UEDC, União Europeia das Democracias Cristãs.» (in site do CDS-PP)
FIM...