Ilusão imaginar você pra mim
Você jamais me olhou
Sequer pensou que meu olhar
Fosse de amor
Meu coração
Dispara sempre que te vê
eu mal posso entender
Como é bom te querer
Como é que eu posso ter
Coragem pra falar dessa paixão
Pois sei que vou morrer
Se você disser não
Então fico a sonhar com teu olhar
E você dizendo sim
E o primeiro beijo
De amor sem fim
Te amo
Tanto e não sei mais
Como é que eu vou viver em paz
Se tudo que eu preciso é respirar teu ar
Te amo
Tanto e sem querer
Mas sei que posso te perder
Pra alguém sem tanto amor
Mas sem temer falar
A Polícia Judiciária está a investigar os autarcas da Câmara Municipal da Amadora, por alegadas irregularidade cometidas nomeadamente no que diz respeito às ligações entre o poder público e os interesses privados. A PJ diz ainda que esta é a primeira fase de uma grande investigação na área metropolitana de Lisboa.
Bem conhecendo nós a promiscuidade existente o poder público e os interesses privados existentes na nossa administração pública diria que muito tem a PJ que investigar. Estamos já num estado em que o limite entre o que é legal o que “pode passar” e a irregularidade é já difícil de determinar, tantos são já os vícios da nossa administração pública, e da sociedade permeável à corrupção. Não sei se já é genético dos Portugueses, mas a verdade é que os tachos, as cunhas dominam a nossa sociedade, e é quase impossível hoje alguém sair do esquema já montado. Nas nossas autarquias tudo é muito complicado, tudo demora muito tempo, mas é claro que tudo é passível de ser facilitado, basta uma simples permuta de interesses.
É neste contexto que a PJ vai ter de actuar e tem duas opções ou fecha os olhos perante a maior parte das irregularidades, ou então acho que ficamos mesmo sem autarcas.
Trocámos, lágrimas e paixão
Como foi que te perdi?
Um momento de ilusão
Fiquei longe de ti.
As noites em branco
O negro do dia
Desejo ardente
A cama fria.
Longe de ti
Já não posso viver assim
O vazio que há em mim
Sinto que estou perto
Do fim.
Sol A tristeza, no olhar
A dor dentro de mim
A vontade de chorar
Ninguém sofre assim
As noites em branco
O negro do dia
Desejo ardente
A cama fria.
Longe de ti
Já não posso viver assim
O vazio que há em mim
Sinto que estou perto
Longe de ti
Já não posso viver assim
O vazio que há em mim
Sinto que estou perto
Do fim.
Longe de ti...
Longe de ti...
Longe de ti...
(Djavan)
(1982)
O seu amor
Reluz que nem riqueza
Asa do meu destino
Pétala
De estrela caindo bem devagar
Ó, meu amor,
Viver é todo sacrifício
Feito em seu nome
Quanto mais desejo um beijo seu
Muito mais eu vejo gosto em viver, viver...
Por ser exato o amor não cabe em si
Por ser encantado o amor revela-se
Por ser amor
Invade
E fim
No próximo dia 14-10-2004, após ser agraciado com o Prémio Carlos V, em Yuste, Estremadura espanhola, pelo Rei de Espanha, o Senhor Presidente da República visitará com o mesmo o empreendimento de Alqueva e encontrar-se-ão ambos com autarcas espanhóis e portugueses, dos municípios da zona envolvente da albufeira. entre os quais estará também o representante de Olivença.
Decerto que o Senhor Presidente da República – que garante, conforme a Constituição, a independência nacional, a unidade do Estado e o regular funcionamento das instituições – não deixará de aproveitar tais momentos e ocasiões para exigir que Espanha inicie o processo de retrocessão de Olivença a Portugal, no respeito pela História, pela Cultura, pela Moral, pelo Direito e pelos compromissos internacionalmente assumidos
Ainda que assim não proceda, por eventual inoportunidade diplomática ou por razão similar a outras que, beneficiando exclusivamente Espanha, têm vindo a protelar a solução do litígio e a diminuir Portugal, espera-se e confia-se que o Senhor Presidente da República saiba ter presente e assegure os direitos portugueses e não dê azo a qualquer interpretação menos bondosa – que não seria inédita – da parte da diplomacia espanhola.
Aliás, lembra-se que o Senhor Presidente da República está vinculado ao Direito constituído português, o qual é explícito ao não reconhecer a soberania de Espanha sobre o território oliventino, considerando-o, de jure, português.
A Questão de Olivença, causa de desconfiança e reserva entre os dois Estados peninsulares, tem efeitos negativos no seu relacionamento e é causa de muitos dos atritos, dificuldades e mal-entendidos verificados em áreas relevantes da política bilateral.
A posição que o Estado espanhol vem sustentando relativamente a Gibraltar poderá alumiar os espíritos dos dois Chefes de Estado e propiciar que o clima de bom entendimento entre os dois países encontre reflexo e desenvolvimento numa abertura e busca de solução para o problema da soberania de Olivença.
Esperando que o Chefe de Estado espanhol venha por bem, endereçam-se cumprimentos e deseja-se boa estada.
Lisboa, 13 de Outubro de 2004.
A Direcção.
It's raining again
Oh no, my love's at an end.
Oh no, it's raining again
and you know it's hard to pretend.
Oh no, it's raining again
Too bad I'm losing a friend.
Oh no, it's raining again
Oh will my heart ever mend.
Oh no, it's raining again
You're old enough some people say
To read the signs and walk away
It's only time that heals the pain
And makes the sun come out again
It's raining again
Oh no, my love's at an end.
Oh no, it's raining again
Too bad I'm losing a friend.
C'mon you little fighter
No need to get uptighter
C'mon you little fighter
And get back up again
Oh get back up again
Fill your heart again..